jueves, 3 de junio de 2010

SÃO JOÃO TURISMO



SÃO JOÃO TURISMO


A empresa SÃO JOÃO DE TRANSPORTES está sediada em Cachoeira do Sul, região central do Rio Grande do Sul, segue abaixo um breve resumo da empresa, este obtido no site da empresa: http://www.saojoaotransportes.com.br/.







A Empresa São João está na nona posição entre as maiores frotas do transporte coletivo intermunicipal do Rio Grande do Sul, e conta atualmente com 75 ônibus, que atendem cerca de 30 linhas no estado, atuando principalmente nas regiões da fronteira, zona sul, região central, alto taquari e serra gaúcha. Expressando isto em números, diariamente a empresa percorre cerca de 16.000 quilômetros transportando cerca de 100 mil passageiros por mês, em mais de 200 horários, diariamente, transportando pessoas para os quatro cantos do estado.
Victor Razzera, filho de agricultores de origem italiana, natural de Santa Maria, desde cedo aprendeu o valor do trabalho, constituindo-se logo no principal auxiliar de seu pai na direção dos negócios, dentre uma família de nove irmãos. Em 1946, com vinte e dois anos de idade, adquiriu por intermédio do Governo Federal, com o auxilio financeiro da família, um caminhão importado marca Chevrolet/1946. Seu objetivo inicial era o de transportar trigo de São Borja para Santa Maria. Iniciou a trabalhar no ramo de transportes em 23 de junho do mesmo ano. Em meados de 1947, transformou o caminhão em ônibus, recebendo do DAER a autorização para sua primeira linha, cujo percurso seria de Cruz Alta a Santa Maria. No entanto, desistiu logo em seguida devido às péssimas condições da estrada. Ainda nesse ano transferiu-se para Bagé, onde recebeu da Prefeitura Municipal a autorização para explorar uma linha urbana conhecida como "Povo Novo".
Ressaltam-se as seguintes datas significativas:
23/06/1946 - compra do caminhão que mais tarde seria transformado em seu primeiro ônibus. 23/06/1947 - aquisição da concessão da primeira linha de ônibus pela Empresa, percurso de Cachoeira do Sul a Bagé. Deve-se observar que essas datas são a vésperas do dia destinado às comemorações de São João. Em 23 de junho de 1947, comprou os direitos sobre a linha Cachoeira do Sul a Bagé, fundando então a Empresa São João de Victor Razzera. 1948 - Expansão, com a compra da linha Cachoeira do Sul -Caçapava do Sul que era da Empresa Filter Ltda. Nesse mesmo ano incorporou a linha Caçapava do Sul a Lavras do Sul. 1949 - Transferência da sede da Empresa de Bagé para Cachoeira do Sul. O comércio e a indústria melhor desenvolvidas, comunicações mais eficientes com as regiões vizinhas, facilidade para aquisição de peças e acessórios para a frota, foram as razoes que motivaram a transferência. Atualmente a sede de Cachoeira do Sul conta com 5.000 m2 de área construída, em 8.000 m2 de área total. 1952 - Mantendo a filosofia de expansão por intermédio de aquisições, absorveu até esse ano mais dezesseis pequenas empresas. 1957 - Nessa data, a Empresa já possuía uma frota de dezesseis veículos com uma idade média de 10 anos de utilização. 1958 - O primeiro salto de qualidade empreendido pela Empresa, foi com a aquisição de três novos Ônibus. 1961 - Aquisição da Empresa Henrique J. Ten Catem de Uruguaiana, com uma frota de 22 ônibus. 1971 - Alteração da razão social de Victor Razzera para Empresa São João de Victor Razzera & CIA.LTDA. E aquisição da Viação Sinuelo Ltda.Duas datas consideradas históricas pela Empresa foram motivo determinante da alteração: 1975 - Nesse ano, houve a primeira expansão física da Empresa fora da sede, com a aquisição de uma garagem na cidade de Pelotas e do terreno para a posterior construção da garagem de Bagé. 1978 - Construção da Base de Uruguaiana que atualmente conta com 1.700 m2 de área construída em 5.000 m2 de área total. 1982 - Construção da Base de Caçapava do Sul, que atualmente conta com 880 m2 de área construída em 3.200 m2 de área total. Também neste ano ocorre o segundo salto de qualidade empreendido pela Empresa; Adquiriu nesse ano, 20 carros novos. Antes a Empresa possuía uma frota de 112 carros com uma idade média de 9 anos de utilização, rodando 12 mil km/dia. Com a aquisição, passou a ter uma frota de 90 carros com uma idade média de 5 anos, rodando 20 mil km/dia. A partir dessa data, a renovação da frota ocorreu em torno de 10 carros novos por ano, alcançando a meta de 4 anos de utilização média, por carro. 1986 - Construção da garagem de Itaqui. 1987 - Fundação da São João Agencia de Turismo, iniciando uma linha de diversificação dentro do ramo de turismo. 1988 - Construção da Base de Bagé, que atualmente conta com 2.200 m2 de área construída em 8.000 m2 de área total. 1991 - Construção da garagem de Santana do Livramento. 2002 – Em março de 2002 a Empresa Victor Razzera deu mais um passo para o crescimento com a linha que liga Santana do Livramento a Caxias do Sul. Uma linha que diariamente liga a Serra gaúcha a fronteira de nosso Estado. Ao final deste ano o ritmo de crescimento aumentou e assim e São João Encomendas passou a firmar parcerias para expandir as áreas de atendimento no setor de cargas. 2003 – Um novo marco abrilhanta ainda mais está história. Neste ano foi lançado com força total o serviço de encomendas que já tinha seu funcionamento garantido no bagageiro dos ônibus que atravessam nosso estado. Hoje contando com uma frota de 18 veículos – caminhões e carros de apoio. Com uma rede de colaboradores espalhados por mais de 250 cidades do estado do Rio Grande do Sul nossa dinâmica de horários que permite que em menos de 12 horas uma mercadoria percorra mais de 1.000 quilômetros com a máxima segurança e perfeição.







Motoristas treinados, frota com idade média de 1 ano fazem hoje da São João Encomendas uma empresa que já deixou sua marca registrada no setor de transporte de cargas. Atualmente, operando com a filosofia de sempre manter elevado o nível de qualidade do serviço prestado no TRANSPORTE DE PASSAGEIROS, ENCOMENDAS E TURISMO, aliado a rigorosa pontualidade, interliga mais de 200 municípios em todo o Estado, com uma frota de 75 ônibus e 18 caminhões. Ao longo dos seus 60 anos de existência, a Empresa Victor Razzera e Cia Ltda. vem galgando posições meritórias na classificação das maiores empresas de transportes coletivos do Estado, ocupando atualmente a 9ª posição.





Recopilaçao: Salomao Jacob Golandski

miércoles, 2 de junio de 2010

REAL EXPRESSO

El presente trabajo es de nuestro nuevo colaborador Salomao Jacob Golandski, desde BRASIL.






História - Real Expresso




Os Pioneiros

José Augusto Pinheiro - Paixão precoce pelo transporte



José Augusto Pinheiro sempre se destacou pela precocidade. Quando garoto, seu maior sonho era dirigir um automóvel. Tinha dez anos de idade quando se ofereceu para lavar um carro de praça da sua cidade, Paracatu, Minas Gerais. O dono concordou, deu-Ihe a chance de ganhar seus primeiros trocados e ainda permitiu que ele começasse a fazer pequenas manobras no veículo. Foi assim que aprendeu a dirigir. Aos 12 anos, dirigia, como empregado, uma velha camioneta Ford 1929, percorrendo as poeirentas estradas que interligavam Luziânia, Planaltina e Formosa, em Goiás: era motorista de boiadeiro. Devido à idade, não tinha carteira de habilitação, o que, na época, não era fiscalizado nas estradas, principalmente no Planalto Central. Mas, em Paracatu, José Augusto se lembra de um delegado que sempre o "prendia" por dirigir pela cidade. Para fugir dessa vigilância, empregou-se como carroceiro, mas não ficou satisfeito, pois aquilo representava um retrocesso em sua recém-iniciada vida profissional.
Durante breve período, foi vendedor de uma loja de tecidos. Também não se adaptou. Sentia-se entediado ao ter que passar o dia inteiro medindo pano. Já naquela época, trazia o diferencial que separa os grandes empreendedores das pessoas comuns: a inquietação natural que o empurrava para cima, aliada a uma visão estratégica e a hábitos modestos, que mantém até hoje, permitindo-lhe sempre gastar menos do que ganhava.






Sensível à insatisfação do filho, sua mãe conseguiu que amigos assinassem um documento atestando sua competência como motorista e responsabilizando- se pelo seu comportamento ao volante. Com base nesse “Termo de responsabilidade" , a delegacia local concedeu-Ihe a primeira carteira de motorista. Tinha 14 anos. Até hoje José Augusto guarda uma cópia dessa carteira. Com ela, voltou à boléia do caminhão e despediu-se definitivamente da infância, passando a transportar materiais entre Patos de Minas e Paracatu, em um dos dois caminhões que o irmão tinha com mais três sócios. Algum tempo depois, o irmão transferiu-se para Patos de Minas e, enfrentando dificuldades financeiras, pediu-Ihe que trabalhasse sem ganhar por algum tempo, até a situação melhorar. "É por isso que, quando alguém me pergunta se eu realmente comecei do nada, eu digo que comecei um pouquinho para lá do nada", explica, divertido, José Augusto. Aos 17 anos, sempre com o irmão Elmo, que acumulava as funções de seu tutor - já que perdera o pai muito cedo -, aceita o desafio de um sobrinho do governador Benedito Valadares para transportar dormentes entre João Pinheiro e Catiara. Foi nessa ocasião que surgiu o Expresso Pinheiro. Seriam cinco anos de trabalho duro, ao fim dos quais conseguiria adquirir seu primeiro caminhão, um FNM 1956, e mudar de rota: passou a transportar charque de Minas para o Nordeste, enfrentando mais de 2.000 quilômetros de estradas de terra, poeira e lamaçais. De lá, trazia coco, tecidos das Casas Pernambucanas, cachaça e até passageiros, os paus-de-arara. "As viagens duravam um mês. Eu dirigia, era mecânico, cozinhava e descarregava o caminhão. As estradas eram trilhas. De Juiz de Fora até Três Rios, eram de paralelepípedo. Dali até Além Paraíba, havia um asfalto precário. Depois, asfalto novamente só perto de Recife", relembra José Augusto.


Essa aventura logo renderia frutos. Quando Juscelino Kubitschek assumiu a presidência da República, em 1956, e começou a construir Brasília, deu início também à construção da rodovia BR-040, ligando Belo Horizonte à futura capital brasileira. Os 750 quilômetros foram divididos em oito trechos, e licitados. Uma das empresas vencedoras, a STER, instalou em Paracatu sua base de operações. Precisava de uma empresa que fizesse o transporte de materiais entre o Rio de Janeiro e aquela cidade. O prefeito da cidade, Joaquim Botelho, indicou-o. É o próprio José Augusto quem narra: "Eu tinha já uma pequena frota com três ou quatro caminhões e precisei aumentá-la. Eu transportava também combustível, primeiramente do Rio de Janeiro, depois de Belo Horizonte e, mais tarde, de Uberlândia. E transportava todos os materiais entre o Rio de Janeiro e Paracatu."


Como já era piloto brevetado de avião - hoje, tem mais de 200 mil horas de vôo - recebeu tarefas de comprador. A bordo de um pequeno aparelho, voava para Belo Horizonte, São Paulo e Uberlândia, e tudo o que comprava era transportado pela pequena frota de caminhões até Paracatu. E o trecho da rodovia pôde ser construído exatamente no tempo previsto. A Expresso Pinheiro operou até 1960, quando encerrou suas atividades. Nesse mesmo ano, a vida de José Augusto teve nova inflexão; tendo se casado em 28/12/59, viajou a Brasília como parte de sua viagem de lua-de-mel. Quando voltou, já trazia na cabeça algumas alternativas de futuros negócios - um deles, o transporte rodoviário de passageiros. Chegava ao fim a primeira etapa da epopéia da construção da nova Capital do Brasil, com a inauguração em tempo recorde. Gente de todas as partes do país chegava ao Planalto Central e praticamente o único acesso era pelas rodovias recém-inauguradas. O caminho parecia claro: decidiu ingressar no transporte de passageiros, associando-se à Vieira Cia. Ltda., da Empresa São Cristóvão, que fazia a linha Patos de Minas - Brasília. Ele conta que a frota da empresa estava envelhecida e que ouve muitas dificuldades no Inicio. Aos poucos, porém, a frota foi sendo recomposta. Os ônibus a gasolina foram negociados substituídos por outros movidos a diesel. A empresa começou a prosperar e a produzir recursos. José Augusto pensou então na hipótese de crescer com a aquisição de mais alguma empresa. A primeira a ser sondada foi a Nacional Expresso, de Uberaba, mas a negócio não se concretizou. Ele e os sócios voltaram suas atenções para a Real Expresso. Em 10 de novembro de 1964, concretizou- se o negócio. Foi o maior celebrado até então no Triângulo Mineiro. Fundada em Uberlândia em 26 de outubro de 1953, a empresa tinha 41 ônibus, enquanto a São Cristóvão tinha 16, só que todos novos. A primeira providência foi introduzir na Real Expresso um novo estilo de administração, uma nova mentalidade empresarial. A sede da empresa era em Uberlândia e a da São Cristóvão ficava em Patos de Minas. Para deslocar-se mais rapidamente entre as duas cidades, José Augusto Pinheiro recorreu novamente ao avião, que ele próprio pilotava. Assim podia ir e voltar mais rapidamente também ao Rio de Janeiro, onde ficava a sede do DNER -o poder concedente. Desde então, a companhia jamais parou de crescer. Em conseqüência de cisões e também com a compra da participação de outros sócios, José Augusto torna-se o único proprietário. Depois disso, três caminhos começaram a ser trilhados simultaneamente: o da melhoria constante da qualidade e da variedade dos serviços, o da aquisição de novas empresas e o da aquisição de novas linhas por meio de licitações. Assim, as operações da empresa foram ampliadas não somente no Centro-Oeste, mas estendidas para o Norte e o Nordeste. Goiás, Bahia, Rio Grande do Norte, Paraíba, Acre e Rondônia são alguns dos Estados onde o Grupo Real Expresso está presente. É um conglomerado empresarial que emprega 4.500 funcionários. Suas 15 companhias, quase todas dedicadas ao transporte de passageiros e de cargas, movimentam hoje uma frota de 850 ônibus e 500 caminhões. Sob o comando de José Augusto Pinheiro, o Grupo também buscou a diversificação. Ele fala com muita satisfação da rede de revenda de veículos, com unidades espalhadas por vários Estados, e de outros negócios. Mas a Real Expresso continua sendo a menina-dos-olhos do fundador. Quando se pergunta a ele se o menino apaixonado por veículos algum dia sonhou em dirigir um grande grupo empresarial, esconde-se por trás da modéstia de mineiro do interior. "Meu horizonte era pequeno. Primeiramente, meu desejo era ser motorista assalariado. Depois, ter um caminhão usado, em sociedade com meus irmãos. Mais tarde, o horizonte se ampliou um pouco e eu queria ter um caminhão novo. A seguir, dois ou três caminhões...”Ao longo de sua trajetória empresarial, José Augusto Pinheiro tem se destacado também como líder classista. Foi um dos fundadores da Rodonal e seu presidente por dois mandatos consecutivos. Seja como associado, seja como presidente da Associação, contribuiu de maneira decisiva para viabilizar importantes conquistas do setor de transporte rodoviário de passageiros, graças não só à sua grande capacidade de trabalho, mas ao seu invejável trânsito nos campos empresarial e político.



Hoje, José Augusto Pinheiro tem como colaboradores diretos na co-direção das empresas do Grupo alguns membros de sua família, mais notadamente os filhos Eder Augusto, Taís, Adriana e o genro Carlos Gurgulino. Aos 71 anos de idade, ele não pensa em parar. Ao contrário, continua firme na condução de seus negócios, pois tem a convicção de pertencer a uma geração diferente de empresários. "Eu diria que há uma força que comandou e continua comandando todo esse processo: é o amor que cada um de nós tem à sua empresa.”

Fonte: Os Pioneiros – Encarte especial da revista ABRATI Nº 35

Recopilaçao: Salomao Jacob Golandski

domingo, 23 de mayo de 2010

Ómnibus de México (2a parte)

Década de los 1970´s

El 31 de mayo de 1970 falleció Don José Guadalupe Lopez Velarde. Dejando una imborrable huella en el mundo del autotransporte en México. A su muerte, la administración de la empresa pasó al Lic. Mario Perera Castillo.

Década de los 1980´s

En 1984, la Presidencia del Consejo Adminisraivo pasó a cargo del Lic. Jaime Lopez Velarde y poseriormene al Sr.Gonzalo Jimenez Aldana.

Durante una buena parte la década de los 1980´s O de M y otras lineas, no ofreció muchos cambios en su tipo de unidades de primera clase. El practicamente monopolio de DINA hasta fines de esa década, hizo del DINA Olímpico el "rey de las carreteras mexicanas".

Fue hasta 1988 que apareció el DINA Avante. Desaparecida para entonces la Flxible Co., DINA orientó su producción hacia una versión del Eagle 15, aunque con defensas similares a los Flxible.
OISA también copió hasta las defensas al Eagle en su modelo Halcón. En la siguiente se muestra una foto del OISA Halcón y una de las sobrecargo de O de M.


Década de los 1990´s

En febrero de 1993,  O de M pasó a ser parte del Grupo Toluca, presidido por Don Jesús Alcántara Miranda.. La Dirección de O de M corrió  a cargo de su hijo José Carmen Arturo Alcantara Rojas. A partir de entonces, hubo cambios sustanciales en el parque vehicular no solo en O de M, sino en la mayoría de empresas mexicanas dedicadas al trasnsporte que empleaban autobuses para uso foráneo.

Entre las novedades fue la entrada al país Mercedes Benz importados de Brasil. En 1993 O de M adquirió los famosos O371 RS.



Otra versión de estos MB fueron O372 RSD, o sea con doble tracción trasera.


Esta otro MB importado de Brasil fue el O400 RD.



Década de los 2000
Con la década de los 2000 llegaron a México los multinacionales Volvo practicamente cartas de identificacion de O de M y otras lineas pertenecientes al Grupo Toluca.




En febrero del 2001 falleció Don Jesús Alcántara Miranda. De entonces a la fecha la Presidencia de IAMSA, (de la cual forma pare O de M)  esta acargo de Don Roberto Alcántara Rojas.

La siguiene foo corresponde a una unidad Andare, fabricada en México en convenio por Mercedes Benz y Marcopolo en la planta de Garcia , N. L.




Foto tomada de http//www.fotobuses.idoo.com

Otro es el MB/MP Multego. El de la siguiente foto es de 2 ejes.



Ómnibus de México Plus es la linea de lujo O de M. De la Ciudad de México hay rutas hacia Monterrey, Nuevo Laredo, Morelia, Zamora, La Piedad, Moroleón, Salvatierra, Celaya, Irapuato, Querétaro y León, entre los autobuses con que cuenta linea se encuentra el Irizar/Scania PB.

Otros son MAN Lyons Coach, fabricados en México en Querétaro, Qro.







Ambas fotos tomadas de htt//www.tecnibuses.mx.com

Actualmente O de M cubre un territorio bastante extenso de la República Mexicana, así lo muestra el siguiente mapa.



Hasta aquí esta historia no oficial de Ómnibus de México, columna vertebral del grupo del autotransporte más grande de México, Inverionistas en Autotransportes Mexicanos, S.A. de C.V. (IAMSA).
Su servidor:
José Ramírez Lozano
Monterrey, N. L. México.


jueves, 20 de mayo de 2010

Ómnibus de México (1a parte)




Antecedentes

Ómnibus de México es una linea de autotransporte de personas que forma parte del grupo más grande en su género en la Republica Mexicana, Inversionistas en Autotransportes Mexicanos, S. A. de C.V. (IAMSA).


Ómnibus de México, surgió por la iniciativa de un hombre visionario, Don José Guadalupe López Velarde. Don J. Guadalupe inició sus primeras actividades en el ramo del transporte, trabajando en una constructora de carros de ferrocarril en su natal Aguascalientes, allí la empresa se dedicaba a fabricar los vagones, asientos, puertas y demás detalles de madera que embellecían los interiores de los vagones de pasajeros.

Siendo Don J. Guadalupe líder de los ferrocarrileros de Aguascalientes dirigió un movimiento obrero que causara fuera despedido junto con un grupo de agremiados. Inmediatamente junto con sus compañeros expulsados de la fabrica, Don Guadalupe planeó la forma de iniciar la transportación de personas por los accidentados caminos de Aguascalientes.

Las primeras unidades eran autobuses mixtos se construyeron con los desechos de guerra y con plataformas Reo e International adaptadas para transportar personas y carga en la Ciudad de Aguascalientes y con las se realizó, en los años 1930´s el primer viaje (80 kilómetros) entre la ¨Capital Hidrálida¨ y el poblado de Ojuelos, Jalisco.

Las malas condiciones de los caminos y una sierra pesada a la que había que vencer en cada recorrido hacían de aquellos viajes verdaderas aventuras que bien podían durar de 8 o 10 horas, o incluso hasta algunos días. La transportación de personas en aquellas unidades adaptadas fue surgiendo como una verdadera opción para la gente de escasos recursos que debían viajar a ciudades cercanas con su mercancía.

Don J. Guadalupe dejó la administración de la sociedad y se lanzo a la creciente Ciudad de México para buscar nuevos rumbos. Allí fue donde conoció a Don Santiago Caldoso; presidente entonces de la línea México-Cuautla-Oaxaca, hoy Cristóbal Colon, y le pidió trabajar como chofer en uno de las unidades de esa empresa.

Pero Don J. Guadalupe también era un gran conocedor de la mecánica y la pailería. Tenia la habilidad para transformar las viajas unidades "trompudas" en modernos vehículos "chatos". El Consejo de la línea de Cuautla acordó la sustitución de varios de los carros y al señor Jesús Fragoso se le pidió que carrozara un chasis mientras los demás carros se mandaron a carrozar en una fábrica. . La unidad carrozada gustó lo suficiente para se construyeran otras diez unidades. Esto sucedió en 1941.

En los hangares del Campo Militar de Aviación se exhibieron esos once vehículos de notoria belleza y avanzada ingeniería para la época, que fueron cabeza de algunos desfiles y otros actos, porque en el país no había otros mejores.






Nace Transportes México-Aguascalientes-Durango-Torreón, Flecha Roja.

Los logros alcanzados por Don J. Guadalupe le bastaron para ser nombrado secretario primero y presidente después de esa empresa.


Pero la mayor de sus creaciones estaba por llegar. Antes de terminar la décaca de los 1940´s decidió crear una empresa de autotransporte de pasajeros de primera clase a la que le dio el nombre de Transporte de Pasajeros de México-Aguascalientes-Durango-Torreón, Flecha Roja.

Fue el Lic. Alberto Pereda Castillo, diputado federal y abogado de Tres Estrellas de Oro, quien en 1948 le ayudo a Don Guadalupe a conseguir los primeros permisos. Entre sus colaboradores se encontraban Trinidad Campos, Don Luis Miguel Robles de la Torre y Raúl Aguilera Osorio, entre otros.
La primera corrida se realizó el 3 de marzo de 1948 partiendo de Aguascalientes a Ciudad de México y viceversa. La banda inaugural fue cortada por el entonces Presidente Lic. Miguel Alemán Váldez.

Primeras unidades

En el año de 1947, se introdujeron al país los primeros autobuses con los que iniciaría la empresa de autotransporte que correría de la ciudad de Aguascalientes a las ciudades de México y Durango. Se trataba de 25 autobuses que conformarían la línea de autotransporte de pasaje. La fuente no indica si todos era producidos por el mismo fabricante, pero entre estos se encontraban Aerocoach modelo Mastercraft P-372 como el mostrado en la siguiente foto.





Los modelos Mastercraft P- 372 fueron producidos de 1947 a 1952. Estaban equipados con 37 asientos.





Foto tomada dehttp://www.kitfoster.com/images/2005-8-17_MastercraftWeb-Medium.jpg
 




Los autobuses Aerocoach fueron fabricados por la General American Transportation Corporation de East Chicago, Illinois.

Década de los 1950´s
En noviembre de 1950 se adquirieron 10 autobuses Visicoach fabricados por la empresa estadounidense Flxible Co.


Foto tomada de http://www.motoradiesel.com.mx/noviembre2002/contenido/ayer.htm


En 1951 fueron adquiridos otros 18 autobuses del mismo tipo. y en 1953 se adquirieron otros 13 Visicoach.

La siguiente foto me fue proporcionada por Robert L. Smith del Museum of Bus Transportation localizado en Hersey, Pa.

 

En 1957 se estableció servicio de 1a clase entre las ciudades de Guadalajara y San Luis Potosí

Anuncio publicado por el periodico El Informador el 29 de septiembre de 1957


En 1957 se integraron a la flota 10 autobuses de los llamados panorámicos o escénicos Vista Liner VL 100 también fabricados por Flxible Co. Para entonces la empresa habia ya tomado el nombre que la distingue, Ómnibus de México, S. A. de C. V. En 1958 se adquirieron otros 8 autobuses de ese tipo.
Las siguientes dos fotos fueron también proporcionadas por Robert L. Smith del Museum of Bus Transportation de Hershey, PA.






El VL-100 fue por un tiempo emblematico de Ómnibus de México, asi lo muestra el siguiente anuncio tomado de un periódico de Guadalajara, Jal.

 

Anuncio tomado del periodico El Informador

En la siguiente foto se encuentra a Don J. Guadalupe Lopez Velarde mostrandole uno de sus autobuses a escala al Lic. Adolfo López Meteos, entonces Presidente de México (1958-1964).



Década de los 1960´s

El diseño de los VL-100 fue modificado por la Fxible Co. y en 1959 surgieron en los Estados Unidos los Hi-Level. En México, DINA adquirió los derechos para fabricar estos autobuses, los cuales tomaron el nombre de DINA-Flexible 311, mejor conocidos como los ¨jorobados¨. La introducción de estas unidades en el mercado fue en 1962.

En el siguiente anuncio se muestra el dibujo de un DINA ¨Jorobado¨, asi como las rutas que cubria esta ya para entonces importante linea.






El 28 de noviembre de 1962 fue aprobado el convenio por parte de la Secretaría de Comunicaciones y Transportes y Ómnibus de México, S.A. de C. V., para que esa última explotase con 15 unidades la ruta México-Cd. Juárez. En el mismo convenio se le adjudico permiso a la empresa Transportes Chihuahuenses para explotar la misma ruta con diez unidades.

Para mediados de los 1960´s, O de M estableció servicio Monterrey y Guadalajara ya sea Via San Luis Potosi o via corta (Zacatecas), ambas vias se juntan en Saltillo, Coah. de donde mediante la Carretera Interoceanica se conecta con Monterrey.




Anuncio publicado en el periódico El Informador en 1965

En 1968, DINA obtuvo la concesión para fabricar en Mexico al modelo Flxliner de la Flxible Co. Este modelo de autobuses adoptó el nombre de Olimpico, porque en ese año se celebraron el la Cd. de México los XIX Juegos Olimpicos de la era moderna. Este modelo se fabricó en Mexico hasta finales de los 1980´s.



Foto tomada de http://www.motoradiesel.com.mx/noviembre2002/contenido/ayer.htm


Hasta aqui esta primera parte de Ómnibus de México. Para elaborar esta reseña histórica tomé las siguientes referencias:
 
Los orígenes de Ómnibus de México tomado de www.geocities.com/tecnibuses_mx.

Especial Ómnibus de México."Una empresa digna de reconocimiento,una historia digna de repetirse..." Por Ferran Ferran, Colaboración. Rodrigo Ibarra y José Gpe. Mondragón.

 
Ómnibus de México: 50 años garantía en confort y puntualidad al viajero, por Claudia Hernández Trejo. Revista Motor s Diesel, noviembre del 2002.

Periódico El informador. Guadalajara, Jal.
Periódico Oficial del Estado de Chihuahua, 4 de agosto de 1965.
Cualquier comentario o aclaración estoy para servirles

Atte. José Ramírez Lozano

Monterrey, N. L. México

Mayo, 2010

martes, 11 de mayo de 2010

ADO (3a parte)

Década del 2000

Inicia operaciones la Escuela de Conductores, primera en su modalidad en toda América Latina, con la misión de cubrir la necesidad de Conductores y contar así con el perfil deseado para brindar un servicio de calidad en el transporte de pasajeros.

Se integra el ERP como un avance tecnológico.

En Ticketbus se concretan alianzas con más grupos transportistas, además de algunas líneas aéreas.

Ese mismo año, en la División de Transporte, se implanta el ERP para las funciones de Comercialización y de Operación, al que se le denominó ERPCO.

En el 2007 se incorpora la empresa Estrella de Oro y en 2008 se incorpora Grupo Texcoco.

En diciembre del de 2009 se cumple el 70 aniversario.




Como parte de los festejos por sus 70 años en el mercado, Grupo ADO celebra el lanzamiento de su nuevo servicio ADO Platino. Se trata de 76 unidades nuevas Volvo 9700 6x2.





La inversión fue de 300 millones de pesos para dar servicio en 25 ciudades.



Las siguientes fotografías fueron facilitadas por el buen amigo busólogo David Gasca, fiel admirador (y no es para menos) de este importante grupo mexicano del transporte terrestre de pasajeros.










































Hasta aquí esta tercera parte de la historia no oficial de ADO. Los datos mostrados en este trabajo fueron obtenidos de diferentes fuentes, en especial de historia redactada por la propia ADO. La historia de esta empresa continua. En caso de haber novedades sobre la misma las incluiré en una cuarta parte. Espero que el material haya sido de su interés. Cualquier aclaración o comentario estoy para servirles.

José Ramírez Lozano
Monterrey, N. L. México